* COMOVIDO PELA DOR
“Jesus, vendo que a multidão concorria, repreendeu o espírito imundo, dizendo-lhe: Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: Sai dele, e não entres mais nele. E ele, clamando, e agitando-o com violência, saiu; e ficou o menino como morto, de tal maneira que muitos diziam que estava morto. Mas Jesus, tomando-o pela mão, o ergueu, e ele se levantou.” Mc 9:25-27
Isto perturbou os discípulos. Tão logo se distanciaram da multidão, eles perguntaram a Jesus: “Por que o não pudemos expulsar?” A resposta de Jesus? “Esta casta não pode sair com coisa alguma, a não ser com oração.
Que oração? Que oração fez a diferença? Qual oraçãolevou Jesus a expulsar o demônio?
Só existe uma oração nesta história. É a oração honesta de um homem ferido. Uma vez que Deus é mais tocado pela dor do que pela eloqüência, Ele respondeu. É isso que os pais fazem.
Foi isso que Jim Redmond fez.
Seu filho Derek, um ingl{es de 26 anos, era favorito para vencer a corrida dos 400 metros na Olimpíada de Barcelona, em 1992. No meio do caminho da prova semifinal, uma terrível dor se espalhou por sua perna direita. Ele caiu no meio da pista com um tendão rompido.
Enquanto os médicos se aproximavam, Redmond tentava ficar em pé. “Era o instinto anomal”, diria ele mais tarde. Ele começou a pular, empurrando todo mundo numa tentativa louca de terminar a corrida.
Depois de ter olhado para o seu ferimento, um grande saiu do meio da multidão. O homem era Jim Redmond, o pai de Derek.
- Você não precisa fazer isso – disse ele a seu filho em prantos.
- Sim, eu preciso – respondeu Derek.
Então, que seja assim – disse Jim – Nós vamos terminar isso juntos.
E foi o que fizeram. Jim passou o braço de Derek por seus ombros e o ajudou a caminhar, mancando, até a linha de chegada. Lutando ara afastar os seguranças, assim foram até cruzar a linha de chegada.
A multidão aplaudiu, se levantou, gritou e, por fim, chorou quando o pai e o filho terminaram a corrida.
O que fez com que aquele pai fizesse isso? O que fez com que o pai deixasse a arquibancada para ir até seu filho na pista de corrida? Foi a força do seu filho?Não. Foi a DOR do seu filho. Seu filho estava ferido e tentava completar a prova de qualquer maneira. Desse modo, o pai o ajudou a concluir aquela tarefa.
Deus faz a mesma coisa. Nossas orações podem ser desajeitadas. Nossa tentativa podem ser débeis. Porém, uma vez que o poder da oração está naquele que a ouve e não naquele que a faz, nossas orações fazem diferença.